No sentido de procurar, cada vez mais, melhorar a qualidade do serviço prestado, o Agrupamento de Escolas tem vindo, desde o ano letivo 2017-2018, a desenvolver um plano de melhoria, decorrente da implementação do modelo de autoavaliação “CAF Educação”. O modelo de autoavaliação (CAF - Common Evaluation Framework (Estrutura Comum de Avaliação) resulta da adaptação de um modelo europeu de gestão da qualidade comum, criado em 2000, e que foi o produto da cooperação entre diferentes membros da União Europeia. A sua implementação, baseia-se “numa nova abordagem ao trabalho da organização, promovendo de forma colaborativa, o processo de reflexão interna sobre os modos como nos organizamos e gerimos os nossos recursos internos e externos para a prossecução dos objetivos de melhoria da qualidade educativa, através das melhores práticas organizativas e pedagógicas (Agr. Esc. Alfândega da Fé, Plano de Melhoria 2017 -2019).
Em termos de implementação, o plano de melhoria estabelece quatro áreas prioritárias de intervenção: Gestão e Monitorização; Processos de Ensino Aprendizagem; Comunicação e Trabalho em Equipa; Formação e Reconhecimento. Ao longo dos últimos dois anos foram identificadas áreas de melhoria, estabeleceram-se metas e desenvolveram-se ações com vista à consecução dos diferentes objetivos. No âmbito da medida 1 - Gestão e Monitorização, a equipa responsável, implementou alguns questionários online para aferir o grau de satisfação de professores, alunos, funcionários e encarregados de educação relativamente à qualidade do serviço prestado pelo Agrupamento de Escolas nos seus diferentes setores. A análise dos resultados dos inquéritos permite- No sentido de procurar, cada vez mais, melhorar a qualidade do serviço prestado, o Agrupamento de Escolas tem vindo, desde o ano letivo 2017-2018, a desenvolver um plano de melhoria, decorrente da implementação do modelo de autoavaliação “CAF Educação”. O modelo de autoavaliação (CAF - Common Evaluation Framework (Estrutura Comum de Avaliação) resulta da adaptação de um modelo europeu de gestão da qualidade comum, criado em 2000, e que foi o produto da cooperação entre diferentes membros da União Europeia. A sua implementação, baseia-se “numa nova abordagem ao trabalho da organização, promovendo de forma colaborativa, o processo de reflexão interna sobre os modos como nos organizamos e gerimos os nossos recursos internos e externos para a prossecução dos objetivos de melhoria da qualidade educativa, através das melhores práticas organizativas e pedagógicas (Agr. Esc. Alfândega da Fé, Plano de Melhoria 2017 -2019).
Em termos de implementação, o plano de melhoria estabelece quatro áreas prioritárias de intervenção: Gestão e Monitorização; Processos de Ensino Aprendizagem; Comunicação e Trabalho em Equipa; Formação e Reconhecimento. Ao longo dos últimos dois anos foram identificadas áreas de melhoria, estabeleceram-se metas e desenvolveram-se ações com vista à consecução dos diferentes objetivos. No âmbito da medida 1 - Gestão e Monitorização, a equipa responsável, implementou alguns questionários online para aferir o grau de satisfação de professores, alunos, funcionários e encarregados de educação relativamente à qualidade do serviço prestado pelo Agrupamento de Escolas nos seus diferentes setores. A análise dos resultados dos inquéritos permite-nos concluir que, na maioria dos aspetos analisados, as respostas foram satisfatórias, revelando, os inquiridos, satisfação pelo serviço prestado, com realce para a relação de proximidade entre professores e alunos e professores e encarregados de educação. Da análise aos inquéritos aplicados aos alunos é possível afirmar que a imagem global da escola é positiva, reconhece-se o esforço no desenvolvimento de métodos de ensino inovadores, na adequação das estratégias ao perfil dos alunos e à forma como todos são tratados como iguais. Todavia, 40% dos alunos que responderam não recomendariam a frequência desta escola a um amigo ou familiar. Igualmente preocupante é o facto de cerca de 72% dos professores e funcionários, bem como a maioria dos encarregados de educação (embora o número de respostas seja pouco significativo) considerar que existem problemas de discriminação social que prejudica as aprendizagens.
Não obstante o número de respostas, por parte de alguns colaboradores, ser manifestamente insuficiente para uma análise fidedigna, as mesmas constituem-se como uma base de trabalho profícua, um ponto de partida a que é urgente dar continuidade pelos indícios positivos, reveladores de uma visão crítica, mas construtiva, da escola e dos desafios que tem que enfrentar.